Family Guy - Disney Style

Postado em Vídeos

Conteúdo Relacionado

Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

Postado em Capas

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

Por BJR, do Obvious

Na capital da Coreia do Norte, Pyongyang, situa-se um dos mais grotescos edifícios do mundo, o hotel Ryugyong. A sua forma piramidal estrelada, já de si bastante invulgar, aliada à sua enorme dimensão (105 andares e 330 metros de altura) tornam-no digno de uma qualquer mega-metrópole retrofuturista. Mas o aspecto mais bizarro é o facto de ser uma ruína, uma colossal ruína desde 1992, data em que a sua construção parou. Desde então, no meio da paisagem urbana de Pyongyang, ergue-se da neblina matinal como um fantasma de ar assustador. Até o guindaste que ficou abandonado no vértice do edifício parece evocar uma ave de mau agoiro…

A construção começou em 1987. Julga-se que este projecto megalómano terá sido parte de (mais uma) manobra de propaganda do regime da Coreia do Norte pois, se ficasse concluído no prazo, teria sido o hotel mais alto do mundo. Entre outras características formidáveis teria 360 000 m2 de área habitável, 3000 quartos e 7 restaurantes situados nos andares rotativos do topo.

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

Mas, como em tantas outras situações, a ambição foi maior do que a capacidade financeira. Na altura estimou-se que seriam necessários cerca de 750 milhões de dólares para completar a construção do projecto, qualquer coisa como 2% do PIB do país. O governo norte-coreano comprometeu-se inicialmente a pagar uma parte importante das despesas. Entretanto houve problemas com as matérias primas, com o fornecimento de energia eléctrica e com o financiamento. As próprias técnicas construtivas utilizadas levantaram várias dúvidas, nomeadamente sobre a resistência da estrutura. As obras foram interrompidas em 1992 e assim permaneceram durante 16 anos.

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

Em 2008, porém, a construção foi retomada. Uma empresa egípcia começou a recuperar os andares de topo e a cobrir de vidro as fachadas. No entanto, as dúvidas sobre a resistência da estrutura subsistem, ainda mais porque 16 anos de exposição ao clima deixaram a sua marca em numerosas fendas e corrosão. A ideia do governo é ter o edifício concluído em 2012, data em que se comemora o centenário do nascimento de Kim Il Sung, o fundador do país. Talvez então o Hotel Ryugyong possa parecer qualquer coisa como isto, embora não se saiba bem para quê…

 Hotel Ryugyong - a maior ruína do mundo

Em parceria com:

Conteúdo Relacionado

Prédio que toca música

Quando começa a chover, a música também começa. Na verdade, uma verdadeira sinfonia movida pela água. É assim que os moradores de um prédio de estudantes encaram os dias chuvosos no bairro estudantil de Kunsthofpassage, na cidade de Dresden, na Alemanha.

Acontece que uma mistura de tecnologia, criatividade e engenhosidade transformaram o prédio principal do bairro em atração turística. Ele tem uma engenharia exterior formada por cones, funis, canos e até ratoeiras que foram simetricamente ajustado para reproduzir música na hora que começa a chover.

A intensidade da água que cai do céu determina o volume, a melodia e as harmonias do som que o prédio produz cada vez que uma chuva começa. E como nunca uma chuva é igual a outra, o prédio jamais repete uma música, para deleite dos turistas.

Conteúdo Relacionado

Fibra ótica bate recorde

A Alcatel-Lucent anunciou que os cientistas do Bell Labs, a área de pesquisa da empresa, estabeleceram um novo recorde de transmissão óptica, com mais de 100 petabits por segundo/quilômetro, o que equivale a 100 milhões de Gigabits por segundo/quilômetro.

Esse experimento de transmissão envolveu o envio do equivalente a 400 DVDs por segundo sobre 7 mil quilômetros (aproximadamente a distância entre Paris e Chicago). Esta é a mais alta capacidade já atingida sobre uma distância transoceânica, e excede em dez vezes a distância dos atuais cabos submarinos comerciais.

Para atingir estes resultados, os pesquisadores do Bell Labs usaram técnicas inovadoras de detecção e aproveitaram um conjunto diverso de tecnologias em modulação, transmissão e processamento de sinais.

A transmissão óptica de alta velocidade é um componente essencial da arquitetura de High Leverage Network da Alcatel-Lucent, cujos elementos principais já foram selecionados por alguns provedores de serviços líderes. Os pesquisadores da unidade do Bell Labs em Villarceaux, na França, também usaram 155 lasers - cada um operando em uma frequência diferente e portando 100 Gigabits de dados por segundo, melhorando assim o desempenho da tecnologia Wavelenght Division Multiplexing (WDM).

A confirmação do recorde foi obtida por meio da multiplicação do número de lasers por sua taxa de transmissão de 100 Gigabits por segundo. Depois disso, multiplicou-se o resultado de 15,5 Terabits por segundo pela distância de 7000 quilômetros atingida. A combinação de velocidade e distância expressa em bit por segundo/quilômetros é considerada uma medida padrão para a transmissão óptica de alta velocidade.

As transmissões foram feitas sobre uma rede na qual havia um espaço de 90 quilômetros entre os repetidores (dispositivos usados para sustentar sinais ópticos em longas distâncias). Esta distância é 20% maior do que aquela usualmente mantida nessas redes. O desafio de manter a transmissão sobre essas distâncias foi elevado nesses experimentos, devido a perturbação por ruídos de sinais – que é introduzida de acordo com o aumento das velocidades de transmissão.

Os pesquisadores também fizeram uso de processadores de sinais digitais com detecção coerente, uma nova tecnologia que possibilita adquirir detalhes para um número de propriedades de luz muito maior do que o método de detecção direta, que é normalmente aplicado nos sistemas de hoje.

Com esta técnica, foi possível aumentar a capacidade e o número de fontes de luz introduzidas em uma única fibra, além da possibilidade de separaração da luz em suas cores constituintes, assim que elas atingem seus destinos.

Conteúdo Relacionado

Johnny Marr e Ian Brown juntos em álbum

Postado em Capas, Música

Dois gênios do pop inglês estão acertando detalhes para trabalhar juntos. Johnny Marr, ex-guitarrista dos Smiths, e Ian Brown, ex-voz e líder dos Stone Roses, devem produzir a trilha sonora de uma série para a TV Inglesa.

Johnny Marr

Segundo declarações de Brown à rede britânica BBC, a ideia surgiu em março deste ano, quando ambos foram convidados por um amigo em comum que trabalha no roteiro de séries para a TV. Com a confirmação da parceria, Marr e Brown farão juntos o disco da série. “A ideia é Jonnhy Compor as músicas e eu escrevo as letras e melodias, conta Brown.

Enquanto Marr segue com as bandas The Cribs e Modest Mouse e vez ou outra descarta uma possível volta dos Smiths, Brown acaba de lançar ‘My Way, álbum inspirado em Michael Jackson, gravado antes da morte do cantor. Ele ainda cogita a possibilidade de chamar Many, ex-baixista dos Stone Roses e atualmente no Primal Scream, para se juntar ao  trabalho com Marr.

Ian Brown

Ainda que dois quartos dos Stone Roses possam estar juntos neste trabalho, a banda está longe de voltar. Recentemente, Brown declarou que só aceitaria voltar com o grupo antigo se estivesse mendigando pelas ruas. John Squire jogou a pá de cal definitiva sobre um possível retorno dizendo em seu site não ter o menor desejo de profanar o túml do Stone Roses.

Por Bis

Conteúdo Relacionado

Próxima Página »