Novo disco ao vivo do White Stripes

White Stripes lança primeiro álbum ao vivo em março. Disco sai acompanhado de DVD que registra excursão pelo Canadá em 2007

White Stripes

A dupla White Stripes lança no dia dia 15 de março o primeiro disco ao vivo oficial da carreira. O álbum acompanha o lançamento do DVD Under Great White Northern Lights.

O trabalho chega em cd e em vinil às lojas, com 16 músicas do ‘não’ casal. O documentário que consta no DVD traz imagens da turnê canadense da dupla. O DVD foi dirigido por Emmett Malloy. Tanto o álbum quando o longa foram registrados em 2007.

Estão no álbum os hits ‘Jolene’, ‘Fell In Love With a Girl’, ‘I Just Don’t Know What To Do With Myself’ e ‘Seven Nation Army’. Item obrigatório para adoradores de Jack e Meg White.

Veja quais são as músicas que compõem o disco:

‘Let’s Shake Hands’
‘Black Math’
‘Little Ghost’
‘Blue Orchid’
‘The Union Forever’
‘Ball And Biscuit’
‘Icky Thump’
‘I’m Slowly Turning Into You’
‘Jolene’
‘300 MPH Torrential Outpour Blues’
‘We Are Going to Be Friends’
‘I Just Don’t Know What To Do With Myself’
‘Prickly Thorn, But Sweetly Worn’
‘Fell In Love With A Girl’
‘When I Hear My Name’
‘Seven Nation Army’

do Bis

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da Bis

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Avatar e Halo?

Postado em Destaque 02, Games

De acordo com alguns meios de comunicação especializados em games, James Cameron teria copiado elementos do universo Halo em Avatar, o seu mais novo filme e game, recentemente lançados. O diretor, porém, comentou no site G4 com ironia, dizendo que certamente Halo que copiou algumas ideias dele próprio (como do filme Aliens) dentro dos jogos, apesar dele ter feito apenas o segundo filme da série dos alienígenas.

“O mais engraçado é quando alguns desses chamados fanáticos começam a criticar Avatar por parecer-se demais com Halo,” disse ele.

Segundo Cameron, as referências não são de Halo, mas sim “do trabalho o qual se alimentou Halo, que é meu,” garantindo que os seus filmes foram uma influência para o game da Bungie.

Mesmo assim, o futuro de Avatar pode estar diretamente ligado com o ramo dos games. O próprio James Cameron assinalada que a história e o mundo criado por ele pode ter muitas vertentes no ramo dos games, independente de serem feitos mais filmes ou não.

Flávio Croffi, da EGW

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Red Dead Redemption

Postado em Destaque 02, Games

Para quem gostou do último Grand Theft Auto, nada melhor do que pegar todos os recursos do game e levar para o clássico mundo do faroeste. A Rockstar aposta grande nessa premissa com Red Dead: Redemption, mais novo game que deve chegar às lojas no dia 27 de abril do ano de 2010.


Neste game, você controla um pistoleiro nada gentil. Ou melhor, você pode fazer dele um bom moço, ou um crápula verdadeiro. Isso porque dá pra tanto ajudar moças indefesas como roubar bancos ou devastar uma cidade inteira matando todos os habitantes dela.
Você pode ver um pouco mais do jogo na pequena prévia que postamos sobre, em querelatamos o que ocorreu na coletiva de imprensa da 2K Games aqui no Brasil.
A produtora então lançou um novo trailer de Red Dead: Redemption. Desta vez, fazendo uma introdução do game. Explicando um pouco da história e alguns recursos que ele traz, com bastante cenas da jogabilidade. Confira:

Por Flávio Croffi, da EGW

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Censura nos games

Censura, censura e mais censura. Não é de hoje que diversos grupos lutam contra os games. Principalmente quando eles tem algum tipo de violência inserida. O Brasil já passou a ter games proibidos, como Carmageddon, Postal e até mesmo Everquest, um clássico game de MMORPG.

E como anda esse tema por aqui? Mais horrível do que nunca. Foi recentemente que um senador de Rondônia, chamado Valdir Raupp, criou uma proposta de lei tentando poribir jogos que “sejam violentos aos olhos do governo brasileiro”.

Isso significa que ele quer impedir que diversos tipos de jogos sejam lançados no país.Resumindo, ele quer transformar em uma censura, assim como ocorre frequentemente na Austrália.

Falando em Austrália, mais um jogo [entre outras dezenas] foi recusado pelo sistema de indicação etária no país. Desta vez a vítima foi o novo título Aliens vs. Predator, da SEGA.

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O relatório do órgão de classificação indicativa do país diz:

“O game contém a perspectiva em primeira pessoa, em zoom mostra seres humanos sendo submetidos a diversos tipos de violência, incluindo decapitação explícita, desmembramento e danos locais. Coisas como golpes no peito, boca, garganta ou olhos.”

“Personagens podem ser golpeados com as garras do Predador ou presas dos Aliens. O Predador coleta ‘troféus’ por arrancar cabeças humanas ou sua coluna vertebral. Pescoços podem ser virados completamente até que se quebrem. Olhos podem ser arrancados até que fique nada no local dos globos oculares.”

De fato, parece ser um jogo bem legal. Enquanto muitos ficam animados pelos comentários, sabendo que o jogo será diferente e bastante divertido, outros podem chorar por terem de ser submetidos à tamanha censura e privação de entretenimento.

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Acontece que na Austrália, eles seguem um projeto de leis e classificação indicativas antigos (assim como no Brasil). Lá, não existe classificação de games para maiores de 15 anos. Isso porque antes os jogos eram coisa de criança, brinquedos. Depois que foi tomar uma linha mais “adulta”, como hoje são os games. E com isso, diversas empresas e desenvolvedoras (sim, o mercado de games é bilionário) tem acesso e contato com os caras que aprovam e desaprovam leis naquele país.

São seis pessoas. Cinco delas são pessoas razoáveis e até concordariam com uma mudança no tipo de classificação nos games. Ocorre que lá existe também um calo, como existe aqui no Brasil. Esse calo se chama Michael Atkinson (da Austrália do Sul), um conservador que não quer que as leis sobre games mudem por lá.

Então, temos um impasse. E como por lá as leis são aprovadas aparentemente por todos os votos, nunca haverá uma mudança até que Atkinson permaneça em seu cargo. Por aqui, a situação é contrária. Um quer implementar a censura, enquanto temos de torcer para que os outros sejam sensatos o suficiente e votem contra.

Me diga, caro leitor. Você é a favor ou contra a censura de jogos “violentos”? É a favor ou contra de dizerem o que você pode ou não pode fazer como meio de entretenimento em sua vida, sendo que você apenas está sentado em uma cadeira ou deitado no sofá, apertando botões?

Por Flávio Croffi, da EGW

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