Kim Joon: Body Art

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Esqueçamos as negras tatuagens no braço, no ombro ou no peito. O artista coreano Kim Joon usa-se do corpo todo e das mais variadas cores. E vai mais além: agrupa corpos masculinos ou femininos entrelaçados em posições sensuais sobre os quais desenha padrões contínuos que os fundem numa massa corporal única, subjugados pelo desenho e pela cor!

Apesar do seu estilo denunciar um cunho vincadamente oriental, Joon não se limita aos costumeiros dragões e serpentes. Ao invés, qualquer material lhe serve como padrão pictórico, sejam motivos florais, logótipos de marcas comerciais ou comics do Superman, cujo potencial gráfico é enorme e é inteligentemente explorado pelo artista.

Obra original e, ousamos dizê-lo, profundamente humana…

 Kim Joon Body Art Painting Pintura Tatuagens Corpo Homens Mulheres Nus Erotismo Sexo

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Fernanda Young: Ctrl S no erotismo

Fernanda Young veio com a proposta. “Vou salvar o erotismo”, disse a Jack Bauer da bronha no banheiro. Sabemos que é balela, coisa para vender revista. Mas ainda assim ficamos com aquela pulga atrás da orelha. “E aí, e se eu ficar de pau duro para a Fernanda Young? Será que devo procurar um analista?”.

Eu não tinha esperanças de que o erotismo precisava ser salvo. Porque nos dias de hoje precisamos salvar a África, salvar os bancos nos EUA, salvar judeus e palestinos, salvar o Corinthians. O erotismo talvez seja a commodity (sempre quis escrever isso) mais garantida de todos os tempos. Você passa fome mas não passa sem sexo. Exceção feita ao Bernard Shaw, que não trepava e tinha asco à putaria. Mas o Bernard Shaw devia ser assim porque nunca andou de ônibus no verão de Sampa, só pode.

quem quer passar além do Bojador, tem que passar além da dor

Quem quer passar além do Bojador, tem que passar além da dor

Pois bem, Fernanda Young na Playboy é a moça do dia a dia. É aquela mulher estranhona que passa na Paulista e você escarneia, mas que pega na Funhouse sem pensar duas vezes. Vai culpar a cachaça, mas na verdade é o erotismo que está ali, precisando ser salvo da punheta de bêbado. E você pega, discute Guerra e Paz (parabéns Tolstói pelo livro mais chato de todo o sempre) enquanto se embrenha na Macondo vaginal da Fernanda Jovem. Renegar o ensaio dela é renegar quase todas as mulheres que você pegou. Exceto, claro, se você for o Vicent Cassel. Porque daí você pega a Mônica Belluci e, nesse caso, tem erotismo salvo no cache do Google, tá lá para todo o sempre.

Fato é que você comeria amarradão. Poderia até contar só para o melhor amigo, mas ia sem dó desbravar a ilha de Crusoé. Porque de punheta, literalmente falando, já bastam os livros do Sartre.

Júlio César é jornalista e Imperador. Já atravessou o Rubicão, pegou a Cleópatra e levou algumas facadas. Quase um 50 Cent da Roma Antiga.

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Rebecca Romijn-Stamos

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Atriz e modelo. Mais conhecida por interpretar a “Mística” na série X-Men e pela (literal) Femme Fatale, de Brian De Palma. Confira fotos de todas as fases da carreira da menina.

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Audrey Hepburn, símbolo de elegância

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Audrey - Eterno símbolo de elegância dentro e fora das telas.

Motivos não faltam para se cair de amores pelo pack Audrey Coulture Muse Collection, lançada em DVD pela Paramount e recheada com sete dos muitos filmes protagonizados por Audrey Hepburn: Bonequinha de Luxo (Breakfast At Tiffany´s, 1961), Sabrina (Sabrina, 1954), A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1953), Quando Paris Alucina (Paris When it Sizzles, 1964), Cinderela em Paris (Funny Face, 1957), Guerra e Paz (War and Peace, 1956) e My Fair Lady (My Fair Lady, 1964). Em cada uma delas você descobre por que a atriz está entre as maiores musas do cinema de todos os tempos.

Em qualquer papel que fizesse, os elementos mágicos das personagens de Audrey estavam todos ali, combinados com perfeição. A moça destemida que, no final, se debulha em lágrimas para render-se ao que tentou esconder durante o filme inteiro. É assim com Holly Golightly, a bonequinha de luxo concebida por Truman Capote. A moça que se dizia muito certa de seus princípios (arrumar alguém que a sustentasse para o resto da vida, mesmo que fosse um canalha qualquer) e que, em uma das cenas mais lindas do cinema, recupera seu “cat” num beco de Nova York para, na sequência, se render ao charme do escritor sem grana – único capaz de traduzir os verdadeiros sentimentos da protagonista.

E para as meninas, o site britânico fashionface ensina a fazer uma maquiagem à moda Hepburn…que tal aproveitar o fim de semana para arrancar uns suspiros?

httpv://www.youtube.com/watch?v=WHVTYay–3E&feature=player_embedded

da Movie

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Este original ensaio fotográfico de Jordan Matter leva-nos até às ruas de New York, onde fotografou mulheres em topless.

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