Tropa de Elite 2: novo vídeo liberado

Um novo vídeo de bastidores do filme Tropa de Elite 2 foi divulgado e mostra o ator André Ramiro (André Matias) assumindo o treinamento de 80 policiais escolhidos entre profissionais de verdade que se inscreveram para participar das filmagens. O elenco e os policiais/figurantes se reuniram em um parque temático da Baixada Fluminense sob orientação do CATI-SWAT para fazer exercícios de incursão em favelas.
No novo filme, também conduzido pelo diretor José Padilha, 15 anos se passaram desde os eventos de Tropa de Elite e o capitão Nascimento (Wagner Moura) agora é o secretario de segurança do estado do Rio de Janeiro.

O filme deve estrear por aqui em agosto deste ano.

Leonardo Carvalho, da Movie

Siena Miller quer ser a próxima mulher gato

Não há absolutamente nada de certo sobre o próximo filme da franquia Batman , não se sabe nem se o diretor Christopher Nolan, que está mais ocupado com a finalização de seu filme, A Origem, vai voltar à cadeira de diretor.
Mesmo assim tem gente querendo uma casquinha do próximo filme do morcego. A última notícia veio da revista britânica OK! Sienna Miller disse em uma entrevista que adoraria viver o papel de Mulher-Gato, personagem vivida por Michelle Pfeiffer em Batman Returns, de 1992: “Eu adoro a Mulher-Gato. Acho a ideia de ser metade gata, metade mulher perfeita para uma vilã”.

Miller em G.I. Joe - até que a roupa lembra (um pouco) a da mulher gato
Siena não é a primeira. Charlize Theron e Kate Beckinsale já verbalizaram o interesse na personagem para o filme que ainda não existe.
Nos resta esperar. Blogueiros e sites gringos falam em um grande anúncio da DC sobre seus filmes ainda no mês de janeiro. Vamos torcer para que entre esses anúncios venha a confirmação não só do terceiro filme como da volta de Chris Nolan à direção.

Por Leonardo Carvalho, da MOVIE

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Por dentro do cinema africano

O ano da África

por Belisa Figueiró, da MOVIE

Se a atividade cinematográfica no Brasil já é marcada pelos solavancos – com momentos de profunda crise de apoio à produção e outros de euforia nas bilheterias –, na África, para alguns especialistas, não existe sequer um “cinema africano”, mas sim “cineastas africanos”. As ex-colônias francesas, principalmente, começaram a desenvolver suas incipientes cinematografias apenas a partir do final da década de 1950, quando foi decretada a independência política da maioria dos países locais. De lá para cá, os filmes que retratam as mazelas africanas ainda são filmados por diretores franceses ou imigrantes africanos que se mudaram para Paris, na grande maioria. A independência cultural autossustentável ainda está longe das perspectivas mais otimistas.

Antes de alguns cineastas locais assumirem a direção atrás das câmeras, os filmes feitos por lá eram ditos “coloniais”, com produção de países estrangeiros que filmavam o continente apenas para mostrar a fauna e o povo com um olhar exótico. De acordo com o professor de cinema da Universidade Federal da Bahia, nascido na Costa do Marfim, Mahomed Bamba, a partir da descolonização, há uma vontade de se reapropriar da cultura local e transformá-la em imagens cinematográficas. No entanto o processo foi tão frágil que os governos locais, ainda na década de 1970, mudaram o foco para o desenvolvimento da televisão.

Mahomed Bamba, professor de cinema da Universidade Federal da Bahia

“O cinema, quer a gente queira ou não, é uma indústria muito cara. Por isso, muitos países vão desistir e abdicar do financiamento interno para o cinema, passando a apostar muito na televisão nacional, que é um meio que fala diretamente para o público e com a qual o governo poderia dominar a opinião pública.”, conta Bamba.

Sem dinheiro ou qualquer incentivo para filmar, muitos jovens africanos que levaram esse balde de água fria acabaram buscando a formação profissional na ex-União Soviética e até mesmo na França, antigo colonizador. E, desde então, são os fundos franceses que viabilizam o cinema feito a conta-gotas em terras africanas.

O principal mecanismo de apoio francês às ex-colônias é o Fonds Sud [fundo criado pelo governo francês para viabilizar filmes de países do terceiro mundo em geral, tendo como prioridade os países africanos]. Só em 2008, de acordo com os dados oficiais do Centre National de la Cinématographie (CNC), os filmes africanos receberam o apoio de 1,1 milhão de euros para a produção. Os aportes foram destinados para Argélia, Egito, República Democrática do Congo, Zimbábue, África do Sul, Benin, Mali e Moçambique.

Investimento

Alguns países, entretanto, buscaram outras formas de fazer um cinema independente e são exceções no continente africano. A Nigéria, por exemplo, é conhecida no mundo pela sua indústria de vídeos enlatados, quase caseiros, e que chegam facilmente aos consumidores. Em Nollywood – nome que faz uma sátira não só a Hollywood, mas também à indiana Bollywood –, as cópias dos filmes são feitas de forma rápida, sem muitos cuidados artísticos ou autorais.

“No plano estético, os filmes lembram muito as telenovelas. Não há também uma preocupação com o plágio. Os diretores refilmam cenas que foram vistas em outros filmes e produzem um VHS de consumo rápido”, relata Bamba. A técnica e o suporte da vídeoprodução foram também copiados em países como Gana e Costa do Marfim, uma solução encontrada pelos diretores locais para realizarem seus filmes.

Produção em TV

Seriado Aicha trata das questões da diáspora africana

Assim como os imensos desafios que os cineastas da África encontram em seus países de origem, os descendentes africanos até mesmo da segunda ou terceira geração, que nasceram na França e lá vivem, também encontram dificuldades para se encaixar na produção da televisão e do cinema francês.
Uma das expoentes e porta-voz dessa cultura chama-se Yamina Benguigui, francesa de origem argelina que retrata a questão da memória e da diáspora africana por meio da difícil integração dos descendentes à sociedade francesa. Socióloga e documentarista, Benguigui elevou os índices de audiência da televisão na França com o seriado “Aicha”, que retrata essa crise dos jovens.

A protagonista da trama é filha de imigrantes magrebinos. Por um lado, ela sofre a pressão da família e da cultura patriarcal, por outro, quer se modernizar e se encaixar no sistema francês. Porém, ao mesmo tempo, também não é aceita e não recebe apoio de nenhum dos lados para assumir a sua identidade e independência.

Percalços da Distribuição

Entre os Muros da Escola, de Laurent Cantet, descendente de africanos

Os filmes de cineastas africanos que remotamente chegam ao Brasil e que conseguem furar o bloqueio da distribuição são feitos em coprodução com a França e outros países europeus, ou então são exibidos por meio de mostras e festivais. Uma Canção de Amor, da diretora tunisiana Karin Albou, tem dupla nacionalidade (França/Tunísia) e foi distribuído em várias capitais brasileiras, por exemplo. Mas é uma raridade.

Atualmente, na análise da professora de cinema da Universidade  Federal do Recôncavo da Baihia Amaranta Cesar, a distribuição dos filmes africanos é ruim no mundo todo, incluindo nos países do continente. “No Brasil, certamente isso se deve também ao nosso modelo de distribuição e exibição de filmes; ao caráter comercial da grande maioria das salas, que são ocupadas majoritariamente pelo cinema hegemônico. Há ainda um grande desconhecimento do campo cinematográfico em geral a respeito dos filmes africanos”.

Para o professor Bamba, o Brasil, cada vez mais, “está pedindo o cinema africano”. E com a tecnologia do digital, algumas obras chegam às mostras locais por meio da Embaixada da França, que financia a distribuição mundial de DVDs dos filmes que foram coproduzidos ou patrocinados pelos fundos franceses. “Antigamente, ninguém sabia, ninguém via esses filmes africanos aqui no Brasil. Isso só acontecia nos festivais da França”, lembra Bamba. Hoje, apesar de restrito, o acesso já é possível.

Simpsons 20 anos (sim, de novo!)

Postado em Capas, Cinema & TV

Leonardo Carvalho, da Movie

Faça uma pesquisa rápida no google sobre a data de estreia do seriado da família mais conhecida da história da comédia e você vai ficar confuso.
As datas são muitas: o debut na TV foi como um quadro de dentro de um programa de TV em 1987. Em 1989 um especial de Natal foi exibido.

Mas no início de 1990, mais precisamente no dia 14 de janeiro, Os Simpsons entravam na grade da Fox como uma série estabelecida, e é essa a data que interessa para esse artigo.

Um pouco de história
Um dia James Brooks chamou um cartunista chamado Matt Groening para conversar. Groening fazia sucesso em diversos jornais dos EUA com a tira Life in Hell e Brooks queria negociar com ele uma participação num programa de TV à cabo chamado The Tracey Ullman Show. Natural que Groening fosse para a reunião com alguns desenhos de Life in Hell embaixo do braço; a ideia era transformar a tira em um quadro animado.
Mas algo não estava certo. Groening achou que o material que ele tinha levado era muito fraco para ser apresentado como uma ideia para a TV. Em 15 minutos, enquanto esperava para ser recebido pelo tal executivo, rascunhou uma família de classe média típica americana. Deu nomes de seus próprios parentes para os personagens e criou o sobrenome Simpson.

Os Pré-Simpsons
Funcionou. O contrato foi assinado e foram produzidos episódios de apenas 30 segundos cada que eram exibidos durante o programa. Ao todo foram 48 episódios em 3 anos, de 1987 a 1989.
Nesse ano, o primeiro episódio no padrão de série (22 minutos aproximadamente) foi exibido. EraSimpsons Roasting on Fire, batizado no Brasil de A Surpresa de Natal dos Simpsons.
Mas se esse é considerado o primeiro episódio da série propriamente dito, Os Simpsons só ganharam real status de seriado no ano seguinte quando foi ao ar o episódio Bart The Genious (Bart, o Gênio por aqui). O episódio foi seguido de outros 11 capítulos e o mundo foi tomado de assalto.
Desde a década de 70 uma série animada não fazia sucesso no horário nobre na TV americana (a última tinha sido Wait Till Your Father Gets Home). Desenhos, afinal de contas, eram considerados coisa de criança e Os Simpsons vieram para mudar o jogo; e não demorou para que outras redes de TV começassem a desenvolver suas próprias séries animadas com temáticas adultas.

Repercussão e Influências
A acidez, a crítica à sociedade americana e à classe média emburrecida, o escracho e a às vezes sutil ironia que permitia aos Simpsons fazerem graça até com o canal Fox, que os hospeda até hoje, ganhou seguidores devotados.
Os Simpsons viraram fenômeno cultural. Grandes nomes da cultura, da mídia, do cinema, da ciência começaram a aparecer em participações especiais em episódios. De Aerosmith a Dustin Hoffman, de Paul McCartney a Stephen Hawking, todos cediam sua imagem e suas vozes à série.

A banda U2 - uma das infinitas celebridades que participaram do programa
Os Simpsons viraram fenômeno de marketing. Bart Simpson se tornou um dos personagens mais conhecidos da história da TV – chegou a virar capa da revista Time – e vendeu, junto com a família, de camisetas a discos, bonés, lancheiras, canecas e qualquer coisa que tivesse suas imagens estampadas.

Bart, capa da Time Magazine com mais destaque que Gorbatchev…


…e o “Album Amarelo” dos Simpsons
A década de 90 viu ainda uma explosão de séries animadas que capitalizavam no sucesso da família amarela, mas eram claramente influenciadas por ela: South Park, King of the Hill, The Critic e Family Guy capitalizaram na nova onda.
Dessas séries, talvez a que mais se aproxime do formato criado por Groening é Family Guy. As semelhanças entre as séries são tantas que Seth Macfarlane, criador de Family Guy, foi acusado de plágio por muitos. O próprio Macfarlane diz que “até onde eu entendo, eles reinventaram a roda. Em muitas maneiras, eles criaram uma nova mídia”. Tanto ele quanto Groening rebatem os comentários de que há animosidade entre eles ou entre suas séries.

Já os criadores de South Park, Trey Parker e Matt Stone, veneram tanto a série que dedicaram um episódio inteiro a uma piada interna que envolve os Simpsons: eles estavam cansados de ter boas ideias para gags e ouvir alguém dizer que “os Simpsons já fizeram isso”…a frase batiza o episódio.

South Park tem um episódio inteiro para homenagear os Simpsons

Vinte anos

Vinte anos depois, a família amarela sobrevive.
Seriam necessários vinte especiais para compilar tudo o que Os Simpsons representam para a cultura pop.
Depois de 21 temporadas, 459 episódios, 1 longa metragem esperado e controverso, 25 prêmios Emmy, uma estrela na calçada da fama e de ser nomeada pela revista Empire como a melhor série de TV de todos os tempos, Os Simpsons nos ensinam que no fim das contas o que importa de verdade é conseguir olhar para si mesmo e dar boas risadas.

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Dez coisas não tão elementares sobre Sherlock Holmes

Postado em Capas, Cinema & TV

O “verdadeiro” Sherlock Holmes não era um sabe-tudo pernóstico e empertigado. Tinha vícios, manias e obsessões. É hora de uma nova versão do maior dos detetives – simultaneamente mais fiel ao original e mais contemporâneo. Um bad boy como Robert Downey Jr.

Quem assistiu às versões cinematográficas mais populares de Sherlock Holmes, jamais imaginaria que nos livros ele era um cheirador contumaz; um briguento, frequentador das maiores bocas de Londres; um ignorante irreprimível, que desprezava arte, política e toda ciência que não auxiliasse sua investigação.
Vai ver por isso é que Holmes esteja afastado há tanto tempo da tela grande.

A solução é ser mais fiel ao anti-herói de Conan Doyle; e ser mais fiel à Londres do Século 19; e totalmente fiel ao mundo em que vivemos, quase na segunda década do século 21.

Para enfrentar este desafio, se reuniram um time de bad boys convictos: Joel Silver, Guy Ritchie e Robert Downey Jr.

Silver, o melhor produtor de filmes de ação de Hollywood, já era o responsável pelo melhor filme no caminho de volta de Downey ao estrelato: Kiss Kiss Bang Bang, de 2005. Ritchie, faixa marrom de jiu-jitsu e ex-marido de Madonna, é o melhor diretor inglês de policiais. Robert Downey Jr., claro, é o garoto perdido de Hollywood que escapou por pouco da sarjeta e deu uma histórica volta por cima como Tony Stark, em O Homem de Ferro.

Entre hoje e amanhã, você vai saber um pouco mais sobre a produção que estreia neste 8 de dezembro aqui em terra-brasilis. Afinal, quem é Sherlock. E quem é Robert Downey Jr.?

Como dizia o bardo: “first things, first”, vamos começar do começo.

O autor, o autor!



No começo, Arthur Conan Doyle, que ainda não era sir, fixou residência em Southsea (Porthsmouth - Inglaterra) depois de sair da faculdade de medicina. O negócio da medicina não ia lá tão bem das pernas. Dessa maneira, Arthur começou a escrever histórias enquanto esperava os pacientes, e assim acabou criando Sherlock Holmes.

O investigador mais famoso do mundo foi inspirado em um professor de diagnóstico que Arthur tivera na Universidade de Edimburgo, Joseph Bell, cujo talento em observação e dedução impressionou o jovem doutor. Bell não chegava a conclusões apenas dentro do campo médico, mas, também formulava hipóteses (em sua maioria corretas) a respeito do caráter e comportamento de seus pacientes.

Muitos fãs alegam que Doyle deixou uma vasta coleção de pistas em suas obras, a respeito de seu verdadeiro pensamentos sobre a sociedade da época e, mesmo sobre o espiritismo – ao qual recorreu após a morte de boa parte da sua família - e o ocultismo. Caras como Samuel Rosenberg, autor de Naked is the Best Disguise: The Death and Resurrection of Sherlock Holmes (1974), já encontraram metáforas nas histórias do Sherlock que remetem a Frankenstein, Jesus, Nietszche, Dionísio, Sócrates e Ulisses. Já Pierre Bayard, autor de Como Falar dos Livros que Não Lemos (2008), tentou provar por A+B em Sherlock Holmes Was Wrong: Reopening the Case of the Hound of the Baskervilles, que o famoso detetive estava errado no caso do Cão do Baskerville.

Dez coisas não tão elementares sobre Sherlock Holmes

- A famosa frase: “Elementar, meu caro Watson”, na verdade, nunca foi dita por Holmes. O ator e diretor William Gillette (1853-1937) que a difundiu quando interpretou o detetive em peça homônima, em 1989.

Sir William Gillette

- Sherlock Holmes não foi adaptado apenas para o teatro, o personagem protagonizou 15 filmes, 5 séries de TV e uma infinidade de programas de rádio (principalmente na Europa).

- O britânico Basil Rathbone foi um dos primeiros atores a personificar Holmes no cinema, na década de 40. Seu sucessor mais bem-sucedido, até agora, foi o compatriota Jeremy Brett, que encarnou o detetive na década de 80, principalmente, em séries de TV.

Consideradas canônicas, ou seja, válidas para a cronologia e história oficial o personagem, quatro romances e 56 histórias curtas (contos) escritas por Arthur Conan Doyle.
- Porém, mesmo dentro daquilo considerado oficial, as informações mostradas por Arthur nas publicações são, algumas vezes, contraditórias. Existem diversas discussões a cerca dos temas, sendo as principais delas referentes: a origem da relação entre Holmes e seu arqui-inimigo Professor Moriarty; o que realmente aconteceu durante o “Grande Hiato”, tempo que Doyle ficou sem publicar as histórias do detetive (1917 a 1921), dado como morto em “O Problema Final”, momento este que corresponde dentro da história do personagem ao período dos anos de 1891 a 1894; ao matrimônio (ou não) do Dr. Watson; e até mesmo a que se refere o “H” do, sempre abreviado, ao nome do personagem John H. Watson.

- Até mesmo a Rússia tinha sua versão de Sherlock, na década de 70, o ator Vasily Borisovich Livano interpretou o investigador em mais de 10 filmes, entre a foice, o martelo e o cachimbo.
- No final do século 19, algumas drogas não eram proibidas como são hoje. Dessa maneira, Holmes fazia abertamente uso de cocaína e morfina, tirando claro, o tabaco. Que, por incrível que pareça, era mais consumido em suas histórias na forma de cigarro ou charutos do que no tradicional cachimbo.

- Embora muita gente não saiba, Sherlock tem um irmão mais velho, Mycroft, que trabalha para o governo britânico e, segundo o próprio Holmes: “é mais brilhante e tem um senso de dedução e observação muitas vezes superior ao seu”.

Mycroft Holmes

- Sherlock também fez algumas pontas, nos quadrinhos. Teve sua própria tira diária em um jornal inglês na década de 50 e uma edição da sua própria revista em quadrinhos, lançada em setembro de 1975, pela DC Comics. Além disso, o detetive já apareceu como personagem na primeira história da Liga Extraordinária, de Alan Moore, e na edição #11 de Planetary, de Warren Ellis. Holmes já fez, até mesmo,  um pequeno “crossover” com o Batman, na edição de aniversário de 50 anos da Detective Comics.

- Alguns dos investigadores fictícios mais famosos do mundo, nasceram na mesma época que Holmes. Mas, de todos os detetives criados no finalzinho do século 19, como Àrsene Lupin e Kogoro Akechi, apenas Sherlock atingiu popularidade em escala mundial.

da Movie

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