Spencer Tunick: o fotógrafo das multidões nuas
27/11/2009 by Maurício Angelo
em Capas, Sexo & Comportamento

Desde 1992 que Spencer Tunick documenta a nudez de multidões. As suas instalações consistem de dezenas ou mesmo centenas de figurantes voluntários que posam em locais públicos; sendo as fotografias um documentário do evento em si.

A massa de indivíduos sem suas roupas, agrupado num qualquer cenário,da-lhe um significado completamente completamente diferente. Segundo o autor, esse grupo de pessoas torna-se uma abstracção que desafia e reconfigura a nossa visão da nudez e da própria privacidade.




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Topless nas ruas de Nova York
23/10/2009 by Maurício Angelo
em Especiais, Mulher

Este original ensaio fotográfico de Jordan Matter leva-nos até às ruas de New York, onde fotografou mulheres em topless.




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Lapp - Fotografia Noturna
27/08/2009 by Maurício Angelo
em Especiais, Fotografia

Por BJR, do Obvious
Já aqui se falou de Lightgraff, uma disciplina que consiste em desenhar graffitis com luz perante uma câmara fotográfica com a objectiva permanentemente aberta. Os calígrafos vestem-se de negro e os fotógrafos registam apenas os movimentos das luzes, que resultam em um ou mais caracteres. Mas a Light Art performance Photography, conhecida pela sigla LAPP, vai mais longe. Basicamente é a fotografia que conta, com todos os aspectos inerentes, composição, qualidade técnica, etc., e embora se trate de fotos nocturnas de exposição longa estas podem ou não incluir luzes em movimento.
Os criadores do projecto LAPP, Jan Wöllert e Jörg Miedza, explicam que o conceito é uma evolução do Lightgraff, ou desenho com luz, e que contém outros elementos como formas luminosas e cores que, em conjunto com o ambiente em que se situam, projectam no sensor da câmara uma imagem particular. Todos as dimensões técnicas entram em jogo para se conseguir obter uma fotografia tecnicamente correcta e esteticamente apelativa. Neste momento é já uma forma de expressão artística autónoma.
Para quem quiser conhecer melhor o trabalho do LAPP, aqui fica o link.






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O momento exato para fotografar
12/08/2009 by Maurício Angelo
em Capas, Fotografia

Por Seven, do Obvious
Não basta escolher o melhor ângulo para fotografar, é necessário também saber captar o momento exacto. Nisso Cartier-Bresson tinha toda a razão. E se as vezes a sorte sorri ao fotógrafo, bastando-lhe carregar no botão para fixar um acontecimento irrepetível, outras vezes a paciência e a preparação para um obter um instantâneo de um dado momento previsível são puro mérito do fotógrafo. Então, surgem imagens surreais…
Há mesmo quem se dedique, com algum sadismo, a captar exclusivamente as pessoas em situações embaraçosas ou ridículas, e nem os animais escapam ao sentido de humor corrosivo destes fotógrafos. Mas vamos acreditar que muitas destas imagens são pura coincidência e obra de um disparo ao acaso










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Denis Darzacq: fotografias em queda-livre
27/07/2009 by Maurício Angelo
em Especiais, Fotografia

Por Prill, do Obvious
Em março de 2006, uma série de protestos colocou a França sob as atenções de todo o mundo: jovens, em sua maioria, estudantes, foram as ruas com bombas caseiras, pedras e palavras de ordem para mostrarem sua insatisfação diante de leis parlamentares sobre o primeiro emprego. Na verdade, a aprovação da cláusula que permitia aos empregadores demitirem seus contratados sem necessidade de justificativa ou indenização, fora o estopim de uma revolta lentamente cozida por anos.
Entre os anos de 2005 e 2006, o fotografo francês Denis Darzacq dedicou-se a capturar imagens de jovens cujos corpos desenhavam uma queda livre enquanto os rostos estampavam expressões ordeiras e conformadas. Era essa a percepção do artista sobre o que observava: toda uma geração subaproveitada pelo sistema de ensino e mercado de trabalho, ignorados por uma sociedade onde as diferenças sociais só fazem acentuar ano a ano com uma economia estagnada e preconceitos culturais que ganham contornos cada vez mais nítidos.
Para Darzacq, na França alguém poderia cair do céu e ninguém na rua se importaria. O que se viu aqueles dias nas ruas de Tours, Orleans, Marselha ou Rennes, toda a violência e prisões que se transmitiu são uma mostra de que o espírito dos jovens franceses permanece indomável e incapaz de aceitar com docilidade que todos ao redor estejam indiferentes aos problemas que corroem o país; principalmente as minorias e as áreas mais pobres (onde se originaram os protestos).
As imagens da série, denominada La Chute renderam ao fotógrafo o primeiro prêmio da World Press Photo 2007.
Não deixe de ver ao final do artigo o vídeo que mostra os bastidores da produção das incríveis fotografias de corpos em queda.




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